Todas as crianças adoram entrar no mundo mágico dos contos de fadas. E então quando crescem?
Sentir sentimentos confusos, ao qual não sabemos o que estamos realmente a sentir, uma espécie de consciência que estamos a começar a aprender. Para as crianças, vai ser algo novo, algo de ilusões, de tristezas e esperanças que parecem revoltar o mundo. As crianças que já não se apercebem, vão destruir “coisas” e criar “coisas” ao qual essas coisas podem ser tudo, tudo do mais variado, desde da amizade, do amor, das pessoas, das “coisas” que nos fazem sofrer mais, àquelas que nos põem felizes. Confuso não é?
Como crianças, não sabemos se começamos a fazer bem, mas começamos sem saber, a sentir sentimentos novos, estranhos, confusos, nunca imagináveis. E a partir do começo, temos de continuar, temos de encontrar outros sentimentos, temos de saber derrubar outros, e encontrar outros, é como construir um castelo, um castelo num mundo mágico, para depois poder viver o nosso conto de fadas como sempre sonhamos em crianças.
No momento de continuar, continuamos, como sempre sem dar por isso, sem saber o que fazer e ao longo do tempo, dar com realidades que pensamos que nunca iriam acontecer. Afinal, em crianças não achamos que “nada é impossível”? Realmente, nada é.
E quando encontramos sentimentos que só sentimos quando éramos mesmo inconscientes? E quando lembramos de algo que já foi nossa parte, e deixou de ser? Aquela parte quando custa mais, quando choramos porque acabou, em vez de sorrir, porque aconteceu e foi realidade?
Pois. Acabou. Custa pensar às vezes como as coisas acabam tão depressa, especialmente as mais boas, as mais verdadeiras. Os sentimentos são confusos. Fazem-nos roer as unhas e pensar em outras coisas, que não têm nada a ver.
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