terça-feira, fevereiro 28
domingo, fevereiro 26
sábado, fevereiro 25
Nos Sunt Ingressus ad Mori
Fuck what people see;
We're going to die.
Fuck the way you live;
We're going to die.
Fuck the things you hear;
We're going to die.
Fuck everything;
We're going to die.
The people you love,
The people you hate,
They're going to die.
There are bad things that come for goodness,
And we make wrong things to don't make worse.
'Cause sooner or later,
We're going to die.
We're going to die.
Fuck the way you live;
We're going to die.
Fuck the things you hear;
We're going to die.
Fuck everything;
We're going to die.
The people you love,
The people you hate,
They're going to die.
There are bad things that come for goodness,
And we make wrong things to don't make worse.
'Cause sooner or later,
We're going to die.
sexta-feira, fevereiro 24
quinta-feira, fevereiro 23
quarta-feira, fevereiro 22
domingo, fevereiro 12
sábado, fevereiro 11
quinta-feira, fevereiro 2
Elizabeth I, O Retrato do Arco-Íris
Atribuída a Isaac Oliver, talvez o retrato mais fortemente simbólico da rainha é o retrato do arco-íris. Foi pintado por volta de 1600-1602, quando a rainha estava na casa dos sessenta. Nesta pintura, Elizabeth, ao qual não sabemos a sua idade, aparece com um vestido como se fosse uma máscara, com um corpete de linho, bordadas com flores da primavera, um manto envolvido sobre o ombro e os cabelos soltos sob um turbante fantástico. Ela usa símbolos populares dos livros: a capa com olhos e ouvidos, a serpente da sabedoria, a esfera armilar celestial, e carrega um arco-íris com o lema "non sine sole iris" ("nenhum arco-íris sem o sol"). Sugere-se que o "programa" complexo para esta imagem pode ser o trabalho do poeta John Davies, cujos 'Hinos para Astraea' honrava o uso da rainha muito das imagens e que ele foi encomendado por Robert Cecil, como parte da decoração da Elizabeth (visita em 1602), que assim se vestia num espectáculo que viria a ser o "último grande festival do reinado".
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