domingo, novembro 20

As minhas manhãs de Outono #2

Sem ser aquelas manhãs de Outono frio, cinzento, com chuva e nublado, ao qual existe também uma brisa suave e poças de água, não deixa de haver vivacidade pelas ruas e pelo céu. Pois sempre há o cantar dos pássaros pela manhã, faça que tempo fizer, e também há sempre as senhoras que vão fazer os seus passeios, os senhores que vão trabalhar, entre dezenas de hipóteses.
Nesta manhã, nada foi assim. Era um sol. Uma luz. Estava tudo iluminado apenas pelo brilho do sol que entrava pelas janelas pouco abertas, mas que mesmo assim, deixavam passar imensa luz e alegria para dentro da minha casa. Devo dizer que foi um belo modo de acordar esta manhã. De acordar e ver a bela luminosidade num sítio tão grande. E desta vez não foi nenhum telefone que me acordou, nem a minha mãe, nem alguém que estava a trabalhar e a fazer barulho. Acordei por puro prazer.

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