Atribuída a Isaac Oliver, talvez o retrato mais fortemente simbólico da rainha é o retrato do arco-íris. Foi pintado por volta de 1600-1602, quando a rainha estava na casa dos sessenta. Nesta pintura, Elizabeth, ao qual não sabemos a sua idade, aparece com um vestido como se fosse uma máscara, com um corpete de linho, bordadas com flores da primavera, um manto envolvido sobre o ombro e os cabelos soltos sob um turbante fantástico. Ela usa símbolos populares dos livros: a capa com olhos e ouvidos, a serpente da sabedoria, a esfera armilar celestial, e carrega um arco-íris com o lema "non sine sole iris" ("nenhum arco-íris sem o sol"). Sugere-se que o "programa" complexo para esta imagem pode ser o trabalho do poeta John Davies, cujos 'Hinos para Astraea' honrava o uso da rainha muito das imagens e que ele foi encomendado por Robert Cecil, como parte da decoração da Elizabeth (visita em 1602), que assim se vestia num espectáculo que viria a ser o "último grande festival do reinado".
Sem comentários:
Enviar um comentário